Propaganda de maquiagem considerada enganosa com a modelo Cara Delevingne é banida

Cara Delevingne

A empresa de maquiagem Rimmel foi forçada a retirar uma campanha publicitária da TV no Reino Unido com a modelo Cara Delevingne, depois que o órgão de publicidade do país decidiu que havia manipulação demais no comercial, com técnicas de pós-produção, o que daria um ar exagerado e falso aos resultados do produto anunciado.

O comercial para o rímel da marca Scandaleyes Reloaded promete “cílios perigosamente negros” com “volume extremo”.

A Advertising Standards Authority (ASA), órgão que regula a publicidade britânica semelhante ao Conar no Brasil, recebeu uma queixa de que o anúncio exagerava de forma enganosa o efeito do produto, segundo o jornal The Guardian.

VEJA:

A Coty UK, dona da Rimmel, defendeu o anúncio e disse à publicação britânica que, embora tenha havido tratamento pós-produção, ainda assim ele fornece uma representação precisa do produto e de suas características. A empresa disse que preparou o olhar de Delevingne antes de aplicar o produto usando cílios individuais postiços, mas apenas para preencher lacunas e criar uma linha uniforme. Depois, na pós-produção, alguns cílios foram redesenhados para torná-los mais visíveis contra a sombra escura do modelo.

A empresa negou alongamento ou espessamento dos cílios de Cara Delevingne, e disse que a modelo tem cílios naturalmente longos. A ASA, que examinou as fotos de antes e depois, discordou, e baniu a propaganda por levar os espectadores a uma expectativa irreal do volume dado pelo produto.

Revista VEJA

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